A evolução da impressão

A china é a “mãe” da impressão em papel, pois muito antes de Gutemberg a China já inovava na diversificação de tintas e impressões como a Xilogravura. Os caracteres e desenhos eram confeccionados em moldes de argila e impressos em papel através de carimbos de argila.

A grande necessidade por impressões mais baratas, principalmente por parte dos monjes para produzirem seus textos sagrados em massa tornavam esse processo ineficiente.

Os grandes escritores da idade média necessitavam de uma grande demanda de livros e foi aí que entrou Gutemberg. A sua técnica de esculpir letras de vários tamanhos e tipos em pontas de hastes de aço revolucionou a técnica de impressão, agilizando a produção e suprindo as necessidades da época.

A técnica da tipografia foi tão revolucionário que ainda hoje (embora quase extinta) a tipografia ainda é usada em algumas gráficas.

Em 1796 o austríaco Alois Senefelder inventou a litografia, processo de reprodução de textos em papel através de tinta gordurosa aplicada sobre uma pedra de superfície polida e prensada no papel.

O único problema da Litografia era o seu processo lento de impressão; era preciso levantar a pesada pedra de impressão para colocar outro papel na prensa.

Em 1884 Otto Mergenthaler inventa a linotipia, um salto enorme de tecnologia e um avanço considerável para a imprensa. Consistia em fabricar um conjunto de texto completo (Clichê) em vez de fabricar uma peça para cada letra.

Os avanços tecnológicos permitiram a técnica de impressão off-set, técnica que evoluiu e se adaptou diretamente à litografia.

Já na idade moderna o raio laser chegou para inovar a imprensa. A técnica fotoeletrônica permite as partículas de tinta aderirem no papel graças a força da atração elétrica, foi criado então a fotocopiadora que evolui com a tecnologia eletrônica e enfim, conectada aos computadores surgiu a impressão digital.

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